sexta-feira, junho 22, 2007
Última hora!!!!
Nem estou em mim ...
What makes a girl happy??
quarta-feira, junho 20, 2007
“Quando lhe toco os seios, eles moldam-se-me à mão, enchem-ma com um peso maravilhoso, suado. Eu sinto-me responsável por toda a carne desta mulher porque ela me atormenta com suavidade, como outras coisas que me pertencem. Fico a tremer com a doçura de ela estar aqui, e ela, ao sentir-me tremer, dobra-se como uma árvore sacudida pelo vento e mostra-me o branco daqueles seus olhos.”
segunda-feira, junho 18, 2007
Que triste sina a nossa de carregarmos sempre às costas esta herança lânguida.
E sabe-nos bem mergulhar nesta dor mais ou menos doce...agridoce talvez.
sexta-feira, junho 15, 2007
quarta-feira, junho 13, 2007
Just in time
Just in time, I found you just in time
Before you came, my time was runnin' low
I was lost, the losing dice were tossed
My bridges all were crossed, nowhere to go
Now you're here and now I know just where I'm goin'
No more doubt or fear, I found my way
For love came just in time
You found me just in time
And changed my lonely life that lovely day
Now you are here and now I know just where I'm goin'
No more doubt or fear, 'cause I've found my way
For love came just in time
You found me just in time
And changed my lonely life that lovely
Lonely life that lovely
Lonely life that lovely day
by Nina Simone
quarta-feira, maio 30, 2007
Inquietação ...
A contas com o mal por que passei
Com tantas guerras que travei
Já não sei fazer as pazes
São flores aos milhões entre ruínas
Meu peito feito campo de batalha
Cada alvorada que me ensinas
Oiro em pó que o vento espalha
Cá dentro inquietação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer
Qualquer coisa que eu devia perceber
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Ensinas-me fazer tantas perguntas
Na volta das respostas que eu trazia
Quantas promessas eu faria
Se as cumprisse todas juntas
Não largues esta mão no torvelinho
Pois falta sempre pouco para chegar
Eu não meti o barco ao mar
Pra ficar pelo caminho
Cá dentro inquietação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer
Qualquer coisa que eu devia perceber
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Cá dentro inquietação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Mas sei
É que não sei ainda
Há sempre qualquer coisa que eu tenho que fazer
Qualquer coisa que eu devia resolver
Porquê, não sei
Mas sei
Que essa coisa é que é linda"
quarta-feira, maio 16, 2007
segunda-feira, maio 07, 2007
Saudades de ...
Capitão Romance
Não vou procurar quem esperoSe o que eu quero é navegar
Pelo tamanho das ondas
Conto não voltar
Parto rumo à primavera
Que em meu fundo se escondeu
Esqueço tudo do que eu sou capaz
Hoje o mar sou eu
Esperam-me ondas que persistem
Nunca param de bater
Esperam-me homens que desistem
Antes de morrer
Por querer mais do que a vida
Sou a sombra do que eu sou
E ao fim não toquei em nada
Do que em mim tocou
Eu vi
Mas não agarrei
Parto rumo à maravilha
Rumo à dor que houver pra vir
Se eu encontrar uma ilha
Paro pra sentir
E dar sentido à viagem
Pra sentir que eu sou capaz
Se o meu peito diz coragem
Volto a partir em paz
Eu vi
Mas não agarrei
sábado, maio 05, 2007
sexta-feira, maio 04, 2007
Bill T. Jones
Vi pela primeira vez um espectáculo do Bill T Jones em 98 (há quase 10 anos porra!!!), chamava-se "We set out early...Visibility was poor". A primeira referência que tenho é de uma bailarina ruiva muito gorducha (mesmo!!) que quebrava com todos os estereótipos da imagem clássica das bailarinas (magras mas muito musculadas e sem maminhas). Lembro-me de uma gaiola, de uma escada, dos movimentos muito definidos e desconstruídos, de ouvir a respiração ... bem, já lá vai algum tempo, mas a partir daquele dia ele passou a ser "a" referência.Em 2001, vi-o outra vez num espectáculo baseado na influência latina para a civilização ocidental chamado: You Walk? Foi belíssimo, a Mísia também entrou e o próprio Bill T. Jones dançou. Naquela altura ele tinha uns 50 anos e um corpo absolutamente possante e aparecia nu a empurrar a cadeira onde a Mísia estava sentada a ler um excerto dos Lusíadas. Lindo!
Anteontem vi-o outra vez e só me apetecia abraça-lo no final.
Não tive coragem. Fico a sentir-me uma formiguinha perante os meus deuses.
sábado, abril 07, 2007
Eugénio de Andrade
subitamente
se faz água no teu peito,
e a noite se faz barco
e a minha mão marinheiro"




